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LIÇÃO 05 – JESUS CRISTO, E ESTE CRUCIFICADO – A MENSAGEM DO APÓSTOLO

Comentário Pr. Jairo Teixeira Rodrigues.

Publicado em 30 out 2021

(1Co  2.1-5)

INTRODUÇÃO

Hoje veremos que mensagem do apóstolo Paulo era cristocêntrica, isto é, o centro da pregação paulina era Cristo e sua obra. Toda pregação de Paulo leva o homem a Cristo, leva a Deus. Assim  os seus efeitos consistem na demonstração do Espírito Santo e do poder de Deus. Para que nossa fé não se apoie em homens. Oriente seus alunos a pregar mensagens que nos leve de volta a Deus. Que a centralidade da nossa mensagem seja Cristo.

I – UMA MENSAGEM  CRISTOCÊNTRICA

Nossa pregação deve  ser original  e predominantemente cristocêntrica. Paulo  exclamou aos coríntios: “Mas nós pregamos a Cristo […]” (1Co 1.23), “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor […]” (2Co 4.5). Paulo recebeu a revelação da pessoa de Cristo Jesus, que era maior que seu próprio conhecimento, formação acadêmica, condição social ou conceitos pessoais (Fp 3.7-10).

1. Uma mensagem Cristocêntrica  revela a  humanidade de Cristo. Paulo pregava que Cristo  nasceu de mulher; isto é, era humano.  “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4.4).

2. Uma mensagem Cristocêntrica revela a divindade de Jesus. Paulo também pregava a sua divindade (Filipenses 2.5-11). Aqui vemos que Cristo nunca deixou de ser Deus, apenas abriu mão das prerrogativas divinas, tornando-se homem para nos salvar.

3. Uma mensagem Cristocêntrica revela a  Jesus.  Paulo encontrou em Jesus a resposta da busca de toda a sua vida: “E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (At 9.5).

II – EXPRESSÕES DA MENSAGEM DE PAULO

Paulo pregava a Cristo crucificado. “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que era escândalo para os judeus e loucura para os gregos” (1Co 1.23). Significa dizer que nossas mensagens precisam levar o homem a Cristo o nosso Salvador. Ainda que alguns se escandalizassem, como os judeus, pois esperavam um Messias imponente; outros achem loucura como os gregos que buscavam o saber humano. Para nós é o poder de Deus.  “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê […]” (Rm 1:16).

III – OS EFEITOS DE UMA MENSAGEM CRISTOCÊNTRICA

1. Ela apoia a fé do crente no poder de Deus: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder. Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (1Co 2.4,5).

2. Ela é uma Palavra Fiel e digna de toda aceitação.  “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria” (1Co 2.1). Se a Palavra de Deus não mudar o homem nada mais muda.

3. Ela é uma mensagem poderosa. O poder reside na verdade, na mensagem. O que Paulo pregava não era fruto da sua mente, mas da revelação de Deus: “Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus. O qual nos fez também capazes de ser ministros […]” (2Co 3.5,6a).

IV – PORQUE PREGAR A CRISTO?

– Um dos princípios elementares da Hermenêutica Histórico-Gramatical é de que toda pregação fiel é cristocêntrica. Em 1 Coríntios 2.2 Paulo escreveu: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado”. O apóstolo Paulo apresentava a Cristo em todas as suas pregações. Ele não forçava nem adulterava o texto para pregar Cristo, mas o fazia porque o Senhor é encontrado, direta ou indiretamente, em toda perícope bíblica.

O centro das Escrituras é Cristo e seu sacrifício. Todo o desenvolvimento da revelação se deu mediante este cerne, Jesus. A essência dessa Pregação Cristocêntrica pode ser extraída das próprias palavras de Cristo: “ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27).        – A Pregação Cristocêntrica não diz respeito a um método, meramente, mas a uma interpretação correta, centrada em Deus, e não no homem. E para se interpretar corretamente o texto inspirado, cristocentricamente, é necessário que se recorra ao Espírito de Deus, naturalmente. A ausência desse tipo de pregação em boa parte dos púlpitos de nossos dias se dá porque muitos pregadores hoje não assumem o compromisso de confrontar o pecado através das Escrituras. Ao contrário, se preocupam mais com os resultados visíveis, com o que agrada às pessoas, a se pregar o que é necessário para uma genuína transformação de conduta.

CONCLUSÃO: Diante da violência, injustiças sociais e imoralidade do mundo contemporâneo, fica evidente a grande necessidade de que os púlpitos estejam repletos de exposições cristocêntricas. O púlpito não é uma plataforma de relações públicas, mas um trono onde todo o conselho de Deus deve ser proclamado fielmente na autoridade do Espírito Santo (At 20.27). É impossível se interpretar corretamente as Escrituras a não ser pelo entendimento de que a Bíblia é uma unidade cristocêntrica. Toda pregação fiel mostra o contexto redentor das Escrituras. Por isso, todo sermão deve ser cristocêntrico.


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