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Lição 10: O Senhor JESUS Cura Hoje.

Comentário Pr. Jairo Teixeira Rodrigues.

Publicado em 06 mar 2021

TEXTO ÁUREO

“É ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades.” (Sl 103.3)

VERDADE PRÁTICA

A cura de enfermidades é um dos benefícios da obra redentora do Calvário

Introdução: A mensagem sobre a cura divina é uma doutrina importante pregada pelos pentecostais. É a percepção de que o Evangelho é pleno, diz respeito tanto à alma quanto ao corpo. É preciso reafirmar essa doutrina em nossos dias. A cura divina é um dos muitos sinais que confirmam a mensagem do Evangelho.

A igreja antiga esperava que essa realidade acontecesse enquanto se proclamava a mensagem de salvação. Assim como Jesus curou no passado, Ele continua a fazer atualmente. Nosso Senhor sentia-se compelido a curar pessoas, sua compaixão era visível quando se relacionava com os doentes. Essa imagem também deve ser a de toda igreja que vive na dimensão do Espírito Santo.

NAO EXISTE EVANGELHO SEM CURAS FÍSICAS, POIS O EVANGELHO ENVOLVE SALVAÇÃO, CURA FÍSICA, CURA DA ALMA E CURA DO ESPÍRITO HUMANO.

(salvação do homem total – espírito, alma e corpo – 1 Ts 5.23).

DEUS nos salva do pecado e das consequências do pecado para todo aquele que confiar em CRISTO. A cura pode acontecer por fé de quem ora por outrem, por imposição de mãos, por unção com óleo, pode acontecer por intercessão de alguém por outrem, pode acontecer por fé do próprio doente, pode acontecer sem fé de ninguém, acontece por decisão de DEUS. Ainda hoje, a Igreja de JESUS, o corpo de JESUS na Terra, continua testemunhando o que JESUS continua fazendo através de si mesma, a igreja. (JESUS continua salvando, curando, libertando e batizando no ESPÍRITO SANTO).

JESUS levou sobre ele nossas doenças, enfermidades, maldições e pecados (Isaías 53; Mt 8:17; Gl 3.13).

I. – A CURA DIVINA COMO PARTE DA SALVAÇÃO

1. Salvação.

No Antigo Testamento Salvação tem mais um sentido de livramento de alguma doença, da pobreza, ou ataque de inimigos.

Salvação (Strong Português) ישועה y ̂eshuw Ìah – Hebraico

1) salvação, libertação

1a) bem-estar, prosperidade 1b) libertação

1c) salvação (por Deus)

1d) vitória

No Novo Testamento temos mais clareza sobre a salvação que abrange espírito, alma e corpo.

Salvação (Strong Português) σωτηρια soteria – Grego

1) livramento, preservação, segurança, salvação

1a) livramento da moléstia de inimigos

1b) num sentido ético, aquilo que confere às almas segurança ou salvação

1b1) da salvação messiânica

2) salvação como a posse atual de todos os cristãos verdadeiros

3) salvação futura, soma de benefícios e bênçãos que os cristãos, redimidos de todos os males desta vida, gozarão após arrebatamento.

Salvação quádrupla: salvo da penalidade, poder, presença e, mais importante, do prazer de pecar.

2. Cura divina.

Médicos não eram usados por Israel, apenas por nações pagãs. DEUS mesmo era o médico dos israelitas (eu sou o Senhor, que te sara. Êxodo 15:26). DEUS considerava traição e falta de fé Nele a busca por médicos.

Jó buscava em DEUS sua cura e nunca procurou por médicos – Vós, porém, sois inventores de mentiras e vós todos, médicos que não valem nada. Jó 13:4

E caiu Asa doente de seus pés no ano trigésimo nono do seu reinado; grande por extremo era a sua enfermidade, e, contudo, na sua enfermidade, não buscou ao Senhor, mas, antes, aos médicos. 2 Crônicas 16:12

O remédio não estava nos médicos como nos povos vizinhos, mas em Deus (Jr 17.14; 30.17).

É tendência nossa procurar logo os médicos em caso de doença. Ao longo do tempo a fé foi enfraquecendo e a ciência sendo mais valorizada.

Quando Jesus disse que os doentes precisam de médicos estava se referindo ao pecadores (Mt 9.12; Mc 2.17; Lc 4.23; 5.31).

Lucas era médico (Cl 4.14), porém não vemos nenhum registro de um tratamento ou operação executada por ele, mas, ao invés disso, ele testemunha e narra muitos milagres de JESUS e dos apóstolos.

II –  CAUSAS DAS ENFERMIDADES NA HUMANIDADE

1-Consequência do pecado. As enfermidades e a morte entraram à experiência humana por causa do pecado. Através da queda, no jardim do Éden, o pecado e a morte passaram a todos os seres humanos (Rm 5.12). Parte da maldição ocasionada pela queda foi a sujeição do corpo humano às enfermidades e à morte física. A morte é considerada maldição, conceito este claramente ensinado nas Escrituras (Gn 3.19; Pv 11.19; Tg 1.15). Deus, porém, prometeu livrar o seu povo da maldição das enfermidades do Egito, se eles o servissem (Êx 15.26; Dt 28.15-68). A enfermidade e sua consequência, a morte, sem dúvida são uma penalidade por causa do pecado (Gn 2.17), mas, devemos evitar supor que todas as enfermidades e morte sejam consequência direta de um pecado imediato. A enfermidade está no mundo por causa do pecado, mas, deve-se considerar também, que a maldição é geral e aflige as pessoas independente de retidão pessoal ou de pecados pontuais (Lc 13.1-4; ver Jó 1.1; 2.7).

2- Ação de satanás. Deus não deve ser acusado pelas tragédias e misérias que ocorrem na humanidade (Tg 1.17).

Descuido quanto ao cuidado do corpo. Tal fato pode acontecer de várias maneiras: descuido nos hábitos alimentares, sono e repouso insuficiente, falta de higiene pessoal, uso exagerado de medicamentos, dietas inadequadas etc. Nossa fé em Cristo jamais deve ser utilizada como argumento para justificar atitudes irresponsáveis ou de descuidado para com nossa saúde. Proporcionar bem-estar ao corpo é também um modo de glorificar e exaltar a Deus; por isso, em textos como as Epístolas vemos Paulo orientando seus amigos a terem atenção a sua saúde (1Tm 5.23; 2Tm 4.20; Fp 2.25-30). Nossa mordomia do corpo deve estar ligada a um ideal de vida saudável e equilibrada.

III – PROPÓSITOS DA CURA DIVINA

Deus não faz milagres apenas por fazer. Sempre que ele realiza algo sobrenatural e extraordinário tem em mente alguns propósitos, entre os quais podemos citar:

1. Restauração da saúde. Todos os textos narrando os milagres realizados deixam bem claro que os mesmos ocorreram em resposta a uma necessidade humana e em resposta ao sofrimento humano (Mt 8.23-27; Lc 7.11-17).

2.Atesto da veracidade da mensagem do evangelho. Os milagres operados pelos servos de Deus são uma clara demonstração do poder divino. Todos eles tiveram como propósito específico despertar a fé no único Deus verdadeiro, que demonstra a sua graça e glória nas mais diferentes situações na vida (1Rs 18.36-39; Jo 20.31).

3. Glorificação do nome do Senhor Jesus. Os milagres narrados nas Escrituras, tanto no Antigo como em o Novo Testamento, objetivam a glória de Deus (Jo 9.3). Em nenhum momento encontramos os profetas e apóstolos, buscando chamar a atenção para si (2Rs 5.15,16; At 3.8,12; 14.14,15) antes, o que dever ser glorificado nunca são os instrumentos da cura divina, mas sim, a fonte que é o Senhor (Rm 11.36).

CONCLUSÃO: Assim como Jesus fez no passado, Ele deseja atualmente curar e libertar os enfermos e os oprimidos. Ele demonstrou misericórdia e compaixão ao tomar sobre si as nossas enfermidades e dores. O caráter e a compaixão de Jesus permanecem imutáveis na atualidade. Deus é fiel para curar as nossas enfermidades. Precisamos saber que a cura divina é real e atual. Além disso, devemos entender que o Senhor Jesus cura quando, como e onde quer e não da maneira que, às vezes, pensamos (2 Rs 5.10-14).


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