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Lição 8 – O Ministério de Evangelista

Publicado em 22 maio 2021

Texto: 2 Tm 4:5

INTRODUÇÃO

O ministério de evangelista é dado por Deus à Igreja como um dom valioso.

Por isso, o estudaremos procurando vislumbrar como o Senhor Jesus o considerou, e como esse dom ministerial por Deus concedido é tratado em o Novo Testamento, bem como sua destacada operação nas igrejas de Corinto e Éfeso.

Temos de Jesus a ordem para pregar o Evangelho, e em sua multiforme sabedoria Deus dispõe para a igreja o poder necessário para proclamar o Evangelho com ousadia.

I. JESUS ENVIA OS SETENTA (LC 10.1-20)

1. São poucos os que anunciam. Quando Jesus enviou os setenta para anunciarem as boas novas do Reino de Deus na região da Galiléia, Ele asseverou: “Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos” (v.2).

-Em (2 Tm 4:5), o apostolo faz uma recomendação: “cumpre o teu ministério, faz a obra de um evangelista”. “… sê sóbrio…” – No grego, o adjetivo é “nepho”, que significa “autocontrolado”, “bem equilibrado”, “vigilante”. Literalmente, a palavra indica alguém que é “abstêmio”, embora não seja esse o seu sentido aqui. É como se Paulo tivesse dito: “Sê controlado, e não corras atrás de fábulas e elementos estranhos à fé cristã, para que possas conduzir sobriamente os discípulos de Cristo pela vereada certa”.

“… em todas as cousas” – O apelo à vigilância diligente e ao autocontrole é absoluto. É a pequena mosca morta, no azeite, que faz este cheirar mal. Portanto, que Timóteo se certificasse em viver sem defeitos prejudiciais, que pudessem trazer desgraça ao ministério cristão e prejudicar a igreja. Que não se envolvesse ele em novidades e questões desassisadas. Antes, que ele concentrasse a sua atenção sobre as coisas essenciais, relativas ao conhecimento e à vida piedosa. Era mister que Timóteo visse qual um atleta, que precisa manter o autocontrole e a disciplina estrita, a fim de que possa correr bem, conquistando o prêmio e mostrando aos outros o caminho. (Ver I Tim. 4:16)…

“.. .suporta as aflições…” – No grego temos uma única palavra composta. O autor sagrado das epístolas pastorais muito apreciava palavras compostas. Haveria “perseguições” e “tribulações” para o ministro do evangelho. Paulo já havia passado por tais experiências, e Timóteo teria de seguir os seus passos. (Ver II Tim. 2:2). Nenhum soldado entra no período de treinamento e de serviço ativo sem esperar sofrimentos e dificuldades; e nem pode fazê-lo o soldado cristão…

“… faze o trabalho de evangelista…” – (… “dom e o ofício dos evangelistas” aparecem em Efésios 4:11). “Faz o trabalho de alguém que tem o evangelho, e não fábulas e genealogias, para ensinar, e que salienta a ‘Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos’ (ver II Tim. 2:8)”. Naqueles dias os “evangelistas” eram os pregadores que iam de lugar para lugar, pregando e estabelecendo igrejas, sempre com o intuito de preparar terreno virgem, sem fazer o trabalho de pastoreio das almas. Timóteo iniciara a sua carreira dessa maneira, sendo um dos companheiros de viagens do apóstolo Paulo. Mas agora, que estava firmado como pastor, não podia negligenciar seu trabalho de evangelismo. Todavia, Timóteo também era um mestre, não devendo olvidar-se desse aspecto de seu ministério. O pastor é um fracasso miserável se estiver agindo apenas como evangelista. Mas 0 pastor que somente ensina aos que já se converteram igualmente faz um trabalho incompleto. É necessário que o pastor encontre o meio termo entre esses dois extremos. Aos evangelistas é dado um ministério especial do Espírito Santo, a fim de equipá-lo para esse tipo de trabalho. Fé especial provavelmente é uma de suas manifestações constantes. Deve crer que Deus opera grandes coisas, não se deixando desencorajar em meio a circunstâncias difíceis, que com frequência incluem perseguições. Existem aqueles, dotados de capacidades especiais para aumentar o número dos discípulos. (Ver o exemplo dado por Filipe, em Atos 8:5-13,26-40). Os mestres e outros obreiros, existentes na igreja local, podem fazer o trabalho de evangelismo; mas existem alguns obreiros cristãos que são especificamente dotados para isso, ocupando-se nesse mister em seu tempo integral. Talvez o equivalente moderno mais próximo seja o dos “missionários evangélicos”, que atuam na própria pátria ou no estrangeiro. E se alguma igreja local conta com “evangelistas”, esses são os missionários pátrios.

Timóteo, sobrecarregado de deveres administrativos, como as visitações pastorais, a solução de problemas de outros ministros e dos crentes em geral, nas igrejas locais, não deveria negligenciar a pregação da mensagem cristã aos incrédulos. Se porventura estivesse por demais atarefado nesse mister, deveria descontinuar algum aspecto menos vital do ministério, para dedicar-se à tarefa evangelizadora.

“… cumpre cabalmente…” – No original é “plerophoreo”, ou seja, “encher completamente”, “cumprir”, “preencher”, “levar à plena fruição”. Pode-se pensar que o presente mandamento depende do mandamento anterior. E como se Paulo houvesse dito: “Ao fazeres o trabalho de um evangelista, levarás o teu ministério à sua plenitude tencionada”. E essas palavras subentendem que havia um hiato nesse particular. Ou então, como ainda é mais provável, tratar-se-ia de um mandamento adicional, de alcance bastante geral: “Faz tudo quanto é necessário para teu trabalho como supervisor e seja tudo quanto deve ser” … como se Paulo tivesse dito: “Faz tudo quanto puderes durante todo o tempo que puderes”.

“… ministério…” – No grego temos o vocábulo diakonia, termo geral que indica qualquer espécie de “serviço”, de ordem física ou espiritual; mas aqui se refere ao ofício do pastor e seus deveres; e, por aplicação, alude ao trabalho dos líderes cristãos, nas igrejas locais (CHAMPLIN, 1995, Vol. 6, p. 400).

2. Enviados para o meio de lobos. Proclamar o Evangelho num mundo contrário à mensagem do Reino de Deus certamente levaria os arautos de Cristo a serem perseguidos.

Os setenta que Jesus enviou seriam rejeitados, perseguidos e até ameaçados de morte.

A história da igreja nos mostra que pessoas pagaram com a vida por professar a fé em Cristo.

Nas últimas décadas, mais cristãos foram mortos no mundo que em qualquer outra época da história da Igreja.

Os verdadeiros evangelistas enfrentarão ainda muitas perseguições, sobretudo em países dominados por religiões anticristãs e fundamentalistas.

Eles são comparados a cordeiros que se dirigem para o meio dos lobos (v.3).

3. Os sinais e as maravilhas confirmam a Palavra. Os setenta discípulos receberam poder em nome de Jesus para pregar a mensagem do Reino de Deus com graça (vv.9,10; Mt 10.1,8).

Quando voltaram da missão, os evangelistas, maravilhados e surpreendidos, diziam: “Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam” (v.17).

Mas naquele momento Jesus falou-lhes de uma realidade que eles não compreendiam: aquele poder era para confirmar a Palavra do Reino, não a palavra do homem.

-Exemplo de um legítimo evangelista: Bem diferente de um crente que normalmente evangeliza – todos podem e devem evangelizar e alguns até recebem título de Evangelista, mas poucos têm o Dom Ministerial de Evangelista – Evangelista Reinhard Bonnke foi mais conhecido por suas grandes campanhas evangelísticas no Continente Africano. Filho de um pastor, Reinhard aceitou a JESUS quando tinha nove anos de idade, e recebeu seu chamado para os campos missionários da África antes de se tornar um adolescente. Depois de atender um Seminário no País de Gales e pastorear na Alemanha por sete anos, ele começou seu trabalho missionário na África. Ele começou fazendo cultos em uma tenda que acomodava 800 pessoas. A medida que o número de pessoas começaram a crescer, tendas maiores foram adquiridas. Finalmente em 1984 ele encomendou a construção da maior estrutura móvel do mundo – uma tenda capaz de comportar 34.000 pessoas sentadas. E ainda, pouco tempo depois o número de pessoas que atendiam aos cultos excederam a capacidade desta tenda, chegando a milhões de pessoas participando de um mesmo culto. Reinhard Bonnke fundou o ministério internacional “CRISTO para todas as Nações”, com escritórios localizados na África, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Singapura e nos Estados Unidos. Desde o início do novo milênio, através da realização de eventos em grande escala na África e outras partes do mundo, e também com o alvo de vermos 100 milhões de vidas relatarem sua decisão por JESUS CRISTO nesta década, 42 milhões de pessoas já responderam ao chamado do Evangelho. Além disso, ele é conhecido por realizar as “Conferências do Fogo” em muitos países ao redor do mundo. Estas conferências treinam e encorajam os líderes da igreja para o evangelismo. Elas causaram um grande impacto e inspiraram muitas pessoas já alcançarem uma dimensão maior em termos de evangelismo e ministério. Seu ministério é confirmado com muitos milagres e maravilhas. Cegos vêm, surdos ouvem, aleijados andam, etc… Glória a DEUS. A lição lembra Jonh Wesley, Charles Finney e David Wilkerson.

II – A GRANDE COMISSÃO:

-OS SETENTA EVANGELISTAS – PREGAR E CURAR – Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos. E não leveis bolsa, nem alforje, nem sandálias; e a ninguém saudeis pelo caminho. E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós. E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa. E, em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos puserem

diante. E curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: É chegado a vós o Reino de Deus. Lucas 10:3-9

-Designou o Senhor ainda outros setenta

(1) Lucas não quer dizer que CRISTO tinha enviado setenta anteriormente, mas que os setenta eram adicionais aos doze que haviam sido enviados.

O simples fato de que JESUS tinha estes muitos discípulos dignos de confiança é significativo. Muitas vezes nos esquecemos de que Ele tinha muitos seguidores leais.

Mandou-os… de dois em dois. Para ajuda mútua e encorajamento. A todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. Estes deveriam preparar a visita dele a essas cidades. Neste momento, os doze apóstolos estavam com Ele; os setenta foram adiante da sua face. E possível que cada uma dessas duplas de discípulos fosse a apenas uma cidade e ficasse por lá, pregando, ensinando e preparando, em outros aspectos, a visita de JESUS. Isto totalizaria trinta e cinco cidades e aldeias visitadas por JESUS em seu ministério na Peréia, e Ele dificilmente visitaria muitas mais em um período de seis ou sete meses, a menos que suas visitas fossem muito breves.

Do versículo 2 até o 16, JESUS dá instruções e admoestações aos setenta. Muitas destas são instruções iguais ou semelhantes às instruções dadas em várias ocasiões aos doze apóstolos. É mais razoável que JESUS tenha dado as mesmas admoestações por duas vezes, se as exigências das situações fossem as mesmas. Qualquer líder da igreja admoestando grupos de obreiros inevitavelmente repetiria vários pontos, pois todos eles precisariam basicamente das mesmas instruções.

Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos

(2) A metáfora da seara parece ter sido uma das favoritas de JESUS. A seara das almas humanas sempre foi grande e os obreiros sempre foram, tragicamente, poucos. É a fatal falta de interesse do homem pelos seus companheiros que mantém este número tão pequeno.

Rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara. Levar a seara ao celeiro é nossa responsabilidade. E conseguir os obreiros necessários é, em parte, nossa responsabilidade. Devemos enxergar as necessidades e rogar que o Senhor envie obreiros adicionais.

Charles L. Childers. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 6. pag. 409-410.

Estes setenta, embora não o servissem de forma tão próxima e tão constantemente quanto os doze, eram, no entanto, os ouvintes constantes de sua doutrina, as testemunhas dos seus milagres, e criam nele. Estes setenta são aqueles de quem Pedro fala como “os varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor JESUS entrou e saiu dentre nós,” e faziam parte dos cento e vinte ali mencionados, Atos 1.15,21. Podemos supor que muitos destes que foram os companheiros dos apóstolos, de quem lemos em Atos e nas Epístolas, faziam parte destes setenta discípulos.

Havia trabalho para tantos ministros, e ouvintes para tantos pregadores; assim o grão da semente de mostarda começou a crescer, e o sabor do fermento a se espalhar pela refeição, para a fermentação do todo.

Devemos supor, embora não esteja registrado, que CRISTO logo em seguida foi a todos estes lugares em que agora os enviou, embora Ele pudesse ficar apenas por pouco tempo em um lugar. Duas coisas eles foram ordenados a fazer, o mesmo que CRISTO fez onde quer que tenha ido:

(1) Eles deviam curar os enfermos (v. 9), curá-los em nome de JESUS, o que faria com que as pessoas desejassem ver este JESUS, e estivessem prontas a receber aquele cujo Nome era tão poderoso.

(2) Eles deviam anunciar a chegada do Reino de DEUS, a sua chegada até eles: “Dizei-lhes: É chegado a vós o Reino de DEUS, e agora sereis admitidos nele, se apenas olhardes ao vosso redor. Agora é o dia da vossa visitação, sabei e entendei”. E bom estarmos conscientes das nossas vantagens e oportunidades, para que possamos aproveitá-las. Quando o Reino de DEUS chega até nós, devemos prosseguir, indo de encontro a ele.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. pag. 596-597.

10.1 Muito mais que doze pessoas vinham seguindo a JESUS. De acordo com 1 Coríntios 15.6, JESUS tinha pelo menos quinhentos seguidores na época em que concluiu seu ministério. Aqui JESUS designa um grupo de setenta para preparar algumas cidades para sua visita posterior. Um grupo de 120 destes seguidores foi a Jerusalém para dar início à igreja ali (At 1.15). Em número de setenta também foram os ajudantes do ministério de Moisés (Nm 11.25).

No serviço cristão, não há desemprego. DEUS tem trabalho suficiente para todos. Nenhum crente deve ficar sentado e olhar os outros trabalhando, porque a seara é grande.

Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. Editora CPAD. pag. 392.

3-A Grande Comissão hoje.

Após a descida do espírito SANTO, aqueles discípulos que estavam amedrontados, após a morte de JESUS, tornaram-se intrépidos evangelistas e saíram levando o evangelho aonde puderam chegar, mesmo por causa da perseguição religiosa. O apóstolo Pedro, que negara JESUS três vezes, antes de ser revestido pelo ESPÍRITO SANTO, em sua primeira pregação, com altivez e coragem, viu quase três mil almas aceitarem a CRISTO como Salvador, como registrado em Atos 2.41. Suas palavras foram simples e objetivas: “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos pecados, e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos DEUS, nosso Senhor, chamar” (At 2.38-41).

A Grande Comissão continua até à volta de JESUS. É “tarefa inacabada”. Segundo estatísticas de organizações evangélicas, o mundo tem 33% de cristãos, incluindo católicos evangélicos, espíritas, Testemunhas de Jeová, e outros. Os evangélicos só alcançam 11 % do total da população mundial e mesmo assim, alguns são só nominais. Há muito o que se fazer ainda, antes da vinda de JESUS. Há muito trabalho para as igrejas, em busca das almas perdidas. Nesse contexto, o papel dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores é de grande valia e necessidade. Que DEUS desperte mais obreiros genuínos para fazer a sua obra evangelizadora no mundo. Que os verdadeiros evangelistas se disponham a ganhar almas para CRISTO.

Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 100-101.

CONCLUSÃO: Veja o trabalho do eunuco. Ele mandou parar o carro (38), enquanto ele e Filipe desceram para um lago ou riacho. A água corrente era considerada preferível para o batismo cristão na Igreja Primitiva (Didache 7.1). Quando os dois homens saíram da água, o ESPÍRITO do Senhor arrebatou a Filipe (39). Ele desapareceu. O eunuco… jubiloso, continuou o seu caminho, como todos fazem quando encontram CRISTO como Salvador. Filipe se achou — i.e., apareceu — em Azoto (40). Esta é a Asdode do Antigo Testamento, uma das cinco cidades dos filisteus. Estava situada cerca de 32 quilômetros ao norte de Gaza, a mais ou menos metade do caminho entre aquela cidade e Jope. Em seu caminho para o norte, pela costa, Filipe anunciava o evangelho em todas as cidades — lit„ “ia evangelizando todas as cidades”. Estas incluiriam Lida e Jope, onde os crentes são mencionados logo depois disso (9.32-42). Filipe evangelizou as cidades litorâneas no extremo norte, como Cesaréia, onde o encontramos na próxima vez em que aparece no livro de Atos (21.8). Esta cidade foi construída por Herodes o Grande, e passou a chamar-se Cesaréia Sebaste em honra ao Imperador Augusto de Roma. Concluída em aproximadamente 13 a.C., foi a sede do governo romano na Judéia nos dias de JESUS. Este capítulo pode ser usado para enfatizar a importância dos “Dois Tipos de Evangelização”: evangelização em massa (4-25) e evangelização pessoal (26-40). Sob a primeira, se destacam:

1. O método é pregar (5);

2. A mensagem é CRISTO (5);

3. O motivo é que as pessoas sejam salvas e santificadas (12-17).

Sob a evangelização pessoal, chamamos a atenção para:

1. A importância da obediência imediata (27);

2. A oportunidade oferecida (27-29);

3. O lugar da Escritura profética (30-32);

4. A interpretação da passagem, (34-35);

5. A aplicação à necessidade pessoal (36-39).

(Ralph Earle. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 7.).

Que o Senhor levante muitos evangelistas, para os nossos dias.


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