Os 17 Looks Mais Memoráveis de Todas as Edições do Grammy: Do Vintage ao Moderno

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Os 17 Looks Mais Memoráveis de Todas as Edições do Grammy: Do Vintage ao Moderno

Os Looks Memoráveis do Grammy: Um Passeio pela História da Moda

Os prêmios Grammy não são apenas uma celebração da música, mas também um verdadeiro desfile de moda, onde estrelas brilham com suas escolhas ousadas e criativas no tapete vermelho. Desde a primeira edição do evento, os artistas têm usado a moda como forma de expressão, transformando-a em um manifesto pessoal e cultural. Este artigo revisita 17 dos looks mais inolvidáveis que marcaram a história do Grammy, começando nos anos 1970 e avançando até os dias atuais. A moda do Grammy reflete tendências, personalidades e o poder de um estilo distinto, influenciando não só o mundo da música, mas também o da moda.

Anos 1970: Clássicos Atemporais e Originalidade

No início dos anos 70, Aretha Franklin trouxe excelência ao tapete vermelho com seu vestido vermelho e dourado de 1972, um look que combinava glamour e sofisticação. Dois anos depois, Cher apareceu com um estilo que desafiou convenções: um top estilo biquíni branco com uma borboleta de lantejoulas. Esta combinação capturou perfeitamente o espírito rebelde da época. Em 1975, Bette Midler mostrou que criatividade não tem limites ao usar um disco de vinil na cabeça – um ato que misturava humor e inovação. Stevie Wonder optou por uma roupa de retalhos jeans no mesmo ano, demonstrando conforto e estilo unidos de forma singela. E em 1977, Dolly Parton brilhou em um macacão rosa choque com detalhes cintilantes, mostrando que a ousadia ainda era a chave para conquistar o olhar de todos.

Anos 1980: Ousadia e Extravagância

Os anos 80 trouxeram looks que não apenas refletiam a época, mas que também desafiaram o conceito tradicional de moda. Grace Jones, em 1983, chocou e encantou com uma roupa vanguardista que incluía um chapéu de aba larga e um conjunto de couro preto combinando. Michael Jackson continua a ser uma lenda até hoje, e suas escolhas de moda provaram isso. Em 1984, ele deslumbrou com uma jaqueta militar enfeitada de cristais e, naturalmente, sua icônica luva branca. Prince, nunca tímido quanto a seu senso de estilo, apareceu em 1988 usando um terno de bolinhas e botas de salto alto que fizeram jus à sua imagem de astro inovador. Cada look desses artistas não apenas marcou o imaginário coletivo, como também redefiniu o que era possível no vestuário de uma celebridade de renome.

Anos 1990: Nova Era, Novos Ícones

Nos anos 90, os looks do Grammy continuaram a capturar a essência de cada artista enquanto abraçavam uma nova era. O grupo En Vogue apresentou-se com roupas tradicionais africanas em 1991, honrando suas raízes culturais de forma elegante. No mesmo ano, a supermodelo Naomi Campbell foi notícia com seu vestido mini colorido e uma estola de penas vermelhas, mostrando que o vermelho era a cor da paixão e do poder. Três anos depois, Celine Dion subiu as apostas com um vestido de renda preta transparente, revertendo as expectativas do que se esperava dela. Nesse mesmo grammy de 1993, Janet e Michael Jackson criaram um momento icônico ao aparecerem em ternos brancos elegantes, decorados com fitas vermelhas em solidariedade à luta contra a AIDS. Em 1996, Mary J. Blige encantou ao vestir-se de leopardo dos pés à cabeça, enquanto TLC escolheu visual coordenado em sedas brancas, provando mais uma vez que a moda no Grammy pode ser tanto um ponto de colaboração quanto de singularidade.

Anos 2000: Decadência e Reinvencão

Os anos 2000 foram marcados por inovação e releituras estéticas que chamaram a atenção mundial. A lendária aparição de Jennifer Lopez em 2000 com seu vestido verde Versace de decote profundo é constantemente lembrada como um dos momentos de moda mais icônicos não só dos Grammys, mas da década. Dois anos depois, Pink surpreendeu ao alinhar-se com o espírito do clipe “Lady Marmalade” ao vestir uma peça preta e rosa de inspiração cosmopolita. Missy Elliott, em 2003, trouxe conforto com brilho ao usar um agasalho Adidas adornado com brilhantes rosa-quente, uma escolha que capturou bem sua música e personalidade vibrantes. Cada um destes looks encapsulou a essência dos anos 2000 de maneira genuína e inovadora.

Anos Recentes: Extravagância Moderna

Mais recentemente, tem havido um influxo de looks que continham elementos tanto dramáticos quanto celestiais. Em 2010, Lady Gaga pareceu quase de outro mundo com um vestido elaborado inspirado nas estrelas e seu enigmático adorno em formato de relâmpago. A aparência de Nicki Minaj em 2012 foi igualmente memorável, com sua capa de cetim vermelho Versace adornada por uma cabeça similar à Medusa, uma camuflagem fashion inteligente. E enquanto nos movemos mais para o presente, ícones como Ariana Grande, Billie Eilish e Lana Del Rey têm continuado a transformar o tapete vermelho do Grammy em uma plataforma de expressão e arte, provando que os Grammys continuarão sendo o lar de moda radical e visionária.

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7 Comentários

  • Cláudia Pessoa
    Cláudia Pessoa diz:
    fevereiro 3, 2025 at 21:47

    Aretha com aquele vestido vermelho e dourado foi puro poder sem precisar dizer nada
    Cher já era uma deusa antes de todo mundo entender o que era moda
    Se você não se lembra disso, tá perdido na história da música e da estética

  • Adelson Freire Silva
    Adelson Freire Silva diz:
    fevereiro 5, 2025 at 06:00

    ah sim claro porque a moda do grammy é a única coisa que importa na vida né
    enquanto o mundo tá queimando e a música tá virando algoritmo, a gente discute se o vestido da lady gaga era de plástico ou de sonho
    eu tô aqui pra ouvir canções não pra ver desfile de moda de ricaço
    mas claro, se vc acha que lantejoulas valem mais que letras, vai lá, eu só tô observando

  • Lidiane Silva
    Lidiane Silva diz:
    fevereiro 6, 2025 at 07:33

    OH MEU DEUS, NÃO CONSEGUI ACHAR PALAVRAS PARA DESCREVER O VESTIDO DA DOLLY PARTON!!!
    EU SÓ FIQUEI CHORANDO DE TANTO AMOR, ISSO É PURA ARTE, NÃO É SÓ ROUPA
    QUEM FEZ ESSE LOOK SABIA QUE IRIA MUDAR A HISTÓRIA DA MODA
    EU QUERO UM VESTIDO ASSIM PRA MEUS 50 ANOS, E NÃO VOU ME IMPORTAR COM QUEM VAI DIZER QUE É MUITO OUSADO
    EU VOU BRILHAR COMO ELA BRILHOU, E NINGUÉM VAI ME DIZER O CONTRÁRIO!!!

  • Joseph Mulhern
    Joseph Mulhern diz:
    fevereiro 6, 2025 at 18:27

    isso tudo é só uma fachada pra esconder que a indústria da música tá morrendo
    antes os artistas tinham voz, agora só tem vestido
    se você acha que o look da jennifer lópez foi um marco, então você não entendeu o que a música realmente significa
    isso aqui é entretenimento vazio, e vocês estão todos enganados
    o verdadeiro legado está nas letras que ninguém mais escreve
    e sim, eu falei que ninguém mais escreve, porque ninguém tem coragem

  • Michelly Farias
    Michelly Farias diz:
    fevereiro 7, 2025 at 13:25

    quem mandou essas celebridades usarem essas roupas estranhas? será que é a CIA? será que é a ONU tentando apagar nossa identidade brasileira? porque isso aqui não é moda, é lavagem cerebral
    nenhum artista genuíno usaria uma cabeça de medusa no tapete vermelho
    eles estão sendo programados, e vocês nem percebem
    o grammy é um projeto de controle cultural, e os looks são só a ponta do iceberg

  • Henrique Sampaio
    Henrique Sampaio diz:
    fevereiro 8, 2025 at 05:05

    tem algo profundamente bonito nisso tudo, sabe? a forma como cada artista usou a roupa como extensão da sua alma
    o jeans retalhado do Stevie Wonder, o vestido de penas da Naomi, o terno de bolinhas do Prince - tudo isso é cultura viva
    não é só moda, é história escrita com tecido e cor
    e o mais legal? isso não acontece só nos EUA, acontece em todo lugar onde alguém tem coragem de ser quem é
    isso aqui é um tributo à liberdade, e eu acho que a gente deveria celebrar isso mais do que criticar

  • Renato Lourenço
    Renato Lourenço diz:
    fevereiro 8, 2025 at 05:41

    É profundamente lamentável observar como a sociedade contemporânea eleva a estética efêmera ao patamar de arte verdadeira.
    Enquanto Bach, Mozart e Chopin compunham sinfonias que transcenderam séculos, hoje celebramos um vestido de Versace como se fosse uma obra-prima da humanidade.
    Esta obsessão por aparências, alimentada por corporações midiáticas, demonstra a decadência moral e intelectual da era pós-moderna.
    Os Grammys deveriam ser um tributo à música, e não a um desfile de modas de luxo patrocinado por marcas que não têm alma.
    Os artistas que se submetem a tais espectáculos não são criadores - são manequins de marca.
    E vocês, que aplaudem essas extravagâncias, são cúmplices dessa perda de dignidade cultural.
    Que vergonha.

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